Quando...
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, chora de “barriga cheia”.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao Colégio, é um “caxias”.
Precisa faltar, é “turista”.
Conversa com outros professores, está “malhando” os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó dos alunos.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama à atenção, é um grosso.
Não chama à atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a “língua” do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, “deu mole”.
É, o professor está sempre errado, mas se
Você conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!
Jornal do Curso de Pedagogia/PUC-MG
14 de set. de 2009
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2 comentários:
Realmente a "profissão" de professor tem muitas dificuldades. É preciso amar a prática do ensino e ter didática para que o aluno aprenda; nós futuros professores (para os que ainda não lecionam)temos que encarar esse desafio! mas com certeza colheremos frutos incomparáveis...
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