16 de jul. de 2009

Vale o quê?

Recebi 2 correções referente ao post do meu amigo Tairan que não se manifestou (acho que ele não viu ainda) sobre o verdadeiro nome da empresa que está se instalando em Craíbas. Segue abaixo:



Aproveito para informar um erro no seu blog, onde vc colocou que a Mineração Vale do Rio Doce é a mesma que a Mineração Vale Verde, quando na verdade são duas empresas distintas, sob controle de grupos diferentes. A mineração Vale Verde foi criada especificamente para explorar minérios na região Agreste de Alagoas; e ela é controlada por outra empresa de mineração de origem canadense. A Vale do Rio Doce não tem nada haver com essas atividades em Alagoas. Por favor, faça a correção da informação.
Att.
Rafael Xavier

_______________________________________________________________________________________________

Prezados,

Primeiramente, bom dia a todos! Gostaria de apenas fazer uma pequena observação a respeito do post publicado neste site em maio deste ano: a Mineração Vale Verde não possui qualquer vínculo com a Vale (antiga Vale do Rio Doce ou CVRD) e muito menos é um nome fantasia da mesma.

A real história sobre esta jazida encontrada em Craíbas, Alagoas, cujos direitos de exploração da área são da Mineração Vale Verde é a seguinte:

A presença de cobre foi identificada pela primeira vez na região do agreste alagoano após a conclusão de levantamentos geológicos e geofísicos aéreos realizados pela CPRM em 1977. Esta ocorrência despertou interesse da Companhia Vale do Rio Doce (Vale) que, em 1980, adquiriu os direitos de pesquisa da área. O êxito aconteceu dois anos depois, momento em que foi descoberta a ocorrência predominante de cobre e ferro em um local denominado Serrote da Laje. Após este fato, até o final da década de 90 foram realizadas duas campanhas de pesquisa pela Vale, totalizando 89 furos de sondagem e 16.897 metros de amostras.

O último relatório foi apresentado em 2002, e identificava uma perspectiva para a jazida de 60 milhões de toneladas dos minérios ferro e cobre.

Durante cinco anos as pesquisas ficaram interrompidas e, em 2007, a Mineração Vale Verde, pertencente ao grupo canadense Aura Minerals, adquiriu o direito de continuar os estudos. Em pouco tempo foi confirmada a presença de 111 milhões de toneladas no depósito mineral do Serrote da Laje.

Mas o objetivo da Mineração Vale Verde era chegar a uma massa mínima de 150 milhões de toneladas de minério, meta alcançada em junho de 2008 após 18 meses de pesquisa, mais de 300 sondagens e 60 mil metros de amostras coletadas. Mas ainda há perspectivas promissoras em relação a estes números.

Meu nome é Lisiane Feltraco. Sou jornalista, responsável pela área de comunicação da Mineração Vale Verde.

Caso tenham mais dúvidas favor entrar em contato através do e-mail lfeltraco@auraminerals.com.

Um comentário:

Anônimo disse...

BOM DIA A TODOS, NÃO SEI SE É O ESPAÇO APROPRIADO, MAS..., GOSTARIA DE SABER COMO ADQUIRIR UM EXEMPLAR DO LIVRO MILTON SANTOS, O BRASIL: TERRITORIO E SOCIEDADE NO INICIO DO SECULO XXI.

OBRIGADA
SANGELA

SANGELATAGO@HOTMAIL.COM